Na mídia: Restaurante Tchê Parrilla mostra novo jeito gaúcho de cuidar da carne


Na mídia: Restaurante Tchê Parrilla mostra novo jeito gaúcho de cuidar da carne

Engana-se quem acha que no Rio Grande do Sul o espeto corrido ainda é o soberano dos churrascos. Por lá, quem faz sucesso mesmo é a parrilla. É o que garante o gaúcho Sérgio Monteiro, radicado em Minas há trinta anos e que aplicou na casa o novo jeito dos pampas de tratar a carne. Vale dar um pulo até a grelha para apreciar o trabalho benfeito de quem entende do riscado.

Atenciosos, os garçons sugerem vinhos como o rosé chileno Doña Dominga Cabernet Sauvignon (R$ 35,00), que fica melhor depois de ficar um tempo na salmoura com gelo. Uma boa pedida de entrada é o croquete de picanha com hortelã (R$ 32,00, oito unidades), acompanhado de um molho de mostarda e mel. A carne é picada na ponta da faca, em vez de ser passada pelo moedor, e é possível sentir a boa textura do corte. O assado de tira angus (R$ 48,00) é retirado da costela do boi e servido no ponto exato. Exige-se o uso das mãos para ser degustado na sua plenitude e chegar na carne mais próxima do osso. Reserve um espaço para a porção de minichurros com doce de leite uruguaio. A iguaria importada é daquelas de comer de joelhos.

Artigo publicado na Veja BH.

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